segunda-feira, 10 de março de 2014

SEXO ORAL - A IMPORTÂNCIA DELE PARA A MULHER

 ESSE POST É PARA AQUELAS PESSOAS DITAS "NORMAIS" QUE PENSAM QUE SEXO É SOMENTE PENETRAÇÃO (NÃO TEM INTUITO DE ESTIMULAR O SEXO)

Algumas coisas que você precisa saber antes de começar:

  •  Na hora de dar prazer para uma mulher com as mãos, não tente seguir os mesmos princípios que usa para se masturbar. Se usar nela toda a força e brutalidade que usa no seu pinto, provavelmente vai arrancar gemidos de dor, em vez de prazer.
  •  Se certifique que suas unhas estão limpas e aparadas, sem deixar farpas ou pontas. Unha cumprida definitivamente não combina com essa prática.

Mãos à obra:

  • Comece praticando longe do meio das pernas dela. Descubra o poder que seus dedos têm ao estimular as mais diversas partes do corpo da moça. Use a ponta dos dedos e com uma pressão absolutamente leve, vá passando por todo o corpo dela – rosto, pescoço, seios, barriga, pernas, pés, coxas. Para aumentar a eficácia, peça para ela fechar os olhos.
  • Quando perceber que ela está excitada, comece a se aproximar da parte interna das coxas dela, levando seus dedos de forma paciente e provocativa, o mais perto que conseguir da pélvis dela. Ela dará um sinal que quer que você siga adiante quando “se abrir” para você, ou quando começar a “arquear” a sua pélvis para cima. Nesse estágio, ela também já deverá ter mostrado sinais de lubrificação. Se isso não tiver acontecido, permaneça mais nesse item até que ela demonstre estar pronta. Lembre-se sempre: querer entrar nela sem ser convidado, é uma tremenda falta de educação.
  • Deite-se paralelamente a ela e estenda seu braço sobre o corpo dela, até tocar sua virilha. Isso permite que seus dedos fiquem numa posição parecida com a qual ela está acostumada a se masturbar. Outras posições interessantes: vocês dois sentados, ela na frente e você imediatamente atrás; ela deitada de bruços e você deitado de lado paralelamente à ela.
  • Enquanto se aproxima do clitóris dela, beije-a na boca, na nuca, no pescoço. Com a mão que está desocupada, toque outras partes do corpo dela, como os seios. Continue fazendo isso por quanto tempo conseguir se concentrar nas duas funções – eu sei amigo, ninguém disse que seria fácil.
  • Se por algum motivo ela não estiver molhada nesse ponto, certifique-se de usar um lubrificante. Masturbá-la a seco é uma das piores coisas que você pode fazer.
  • Comece estimulando o clitóris dela por fora (não toque diretamente nele, e sim por cima dos grandes lábios, pois ele é extremamente sensível quando ela ainda não está com tesão). Comece lento, sensual, sem pressa. Fique extremamente atento aos sinais dela. Só avance quando ela demostrar que está ansiando por isso.
  • Conforme for sentido a lubrificação dela aumentando, aproxime-se MUITO SUAVEMENTE do clitóris. Mulheres têm diferentes preferências nesse quesito – algumas preferem ser estimuladas com mais força, outras com menos. Algumas sentem prazer num ponto específico, outras em outros. Se não conseguir ler os sinais, chegue no pé do ouvido dela e peça para ela colocar seus dedos onde sente mais prazer.
  • Depois de um bom tempo explorando diversos movimentos, variações, pressão e velocidade, prepare-se para entrar nela com os dedos (mais uma vez – tem mulheres que preferem somente uma estimulação externa, descubra do que a sua gosta). Comece provocando ela por fora, colocando apenas a ponta do seu dedo nela. Ela vai demonstrar que quer mais e só com esses sinais você deve avançar a etapa.
  • Estudiosos afirmam que o ponto G da mulher está mais ou menos na distância da segunda articulação do nosso dedo. Vá penetrando-a com muita suavidade até identificar uma área mais volumosa na parte superior da vagina dela. Quando encontrar, movimente seu dedo como se estivesse fazendo um movimento de “vem aqui”. Tente também outras variações – movimentos para cima, para baixo, em círculos. A chave mais uma vez é ler os sinais dela. Permaneça nessa brincadeira.
  • Algumas mulheres gostam de mais de um dedo na masturbação. Se ela demonstrar que está com muito tesão, experimente introduzir mais um dedo nela, com cuidado. Se ela gostar, você vai perceber. Se ela ficar incomodada, tire-o e continue somente com um.
  • Continue com esses movimentos por um tempo considerável. Lembre-se: mulher é forno à lenha, homem é microondas. Ou seja: quando começar a ficar cansado e achar que já está bom, continue. Sem pressa, com carinho, cuidado e sensualidade, é provável que ela chegue ao orgasmo com seus dedos. Também é válido começar com os dedos e, quando ela estiver subindo pelas paredes, continuar com o sexo oral.
  • Pra fechar, reforçamos o fato de que cada mulher tem uma preferência. Esse guia vale como um indicador do que fazer, mas ele vai funcionar muito melhor se você o adaptar segundo o gosto da sua mulher.


FONTE: http://www.casalsemvergonha.com.br/2013/01/21/rapidinha-como-fazer-ela-gozar-com-seus-dedos/

sábado, 8 de março de 2014

E VOCÊ O QUE ACHA?

“Tudo bem o deficiente querer ir para a balada. Mas vir aqui fora e atrapalhar, aí já é demais.''
Por trás da pessoa com deficiência que utiliza uma cadeira de rodas em São Paulo se esconde uma espécie de super humano. Pois, apesar da cidade ser extremamente hostil a ele ou ela, com calçadas irregulares, ausência de rampas e banheiros especiais, transporte (escasso) que se diz adaptado mas não é, escadas onde deveriam haver elevadores, como se parecesse um toque de recolher a todos os que possuem dificuldades de locomoção, eles seguem suas vidas. Isso sem contar o principal problema: o preconceito daqueles que acham que fazem um favor por tolerá-los.
A frase acima foi dita em alto e bom som e ouvida no fumódromo da Clash, balada paulistana, na noite desta terça-feira. Um cadeirante teve dificuldade para ir a esse ambiente da casa por conta da lotação, gerando a reação do homem branco bípede em questão. A jornalista que me relatou o fato ficou horrorizada. Mas foi a única.
“Afinal de contas, muitos de nós, cidadãos de bem, já se cansaram de serem molestados pela presença incômoda desse pessoal. Por que eles vêm perturbar meu senso estético? Por que eles têm que vir e me lembrar que este corpo que usamos é frágil e está sujeito a não funcionar como gostaríamos? Por que a cidade tem que gastar meus impostos para que esses aleijados saiam de casa e venham me perturbar com suas rodas sujas? Até as piadas do meu humorista preferido estão proibidas porque gozam da cara desse pessoal. O politicamente correto me enoja. Cadê a minha liberdade de poder tripudiar essa gente? Eu, que sou perfeito.''
“Japa, você está exagerando. A frase foi dita por um panaca. Esse preconceito todo está nos seus olhos apenas. São Paulo é uma cidade que respeita as diferenças.'' Como diria Maria da Graça Meneghel: Aham, Cláudia, senta lá.
Deficiente é o frasista preconceituoso. Ele deve achar que garantir direitos iguais é todo mundo poder ter o mesmo espaço no fumódromo e não que todo mundo tenha acesso ao local. Deve achar que o cadeirante queria ter algum privilégio quando, em verdade, ele queria apenas poder fumar seu cigarro. Queria até sentir raiva do sujeito, seria mais fácil. Mas inútil. O que tem que ser feito é, com paciência, explicar que é feio falar e pensar esse tipo de coisa. E que o amiguinho sobre rodas tem direito a viver as mesmas coisas que ele. Assim, talvez, com muito amor e carinho, um dia, o menino possa crescer e aprender o que é viver em sociedade.

História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil

CERTA VEZ ASSISTI A ESSE VÍDEO E CONHECI MELHOR A HISTÓRIA DO MOVIMENTO POLÍTICO (APARTIDÁRIO) DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE NOSSO PAÍS.
CLIQUE NO LINK E VEJA:


http://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M

Complexo de inferioridade

OBS: coloquei o tema pois assim como eu, existem muitos deficientes espalhados pela sociedade que sofre desse mau que nos destrói!

Um complexo de inferioridade, nos campos da psicologia e da psicanálise, é um sentimento de que se é inferior a outrem, de alguma forma. Tal sentimento pode emergir de uma inferioridade imaginada por parte da pessoa afligida. É frequentemente inconsciente, e pensa-se que leva os indivíduos atingidos à supercompensação, o que resulta em realizações espetaculares, comportamento antissocial, ou ambos. Diferentemente de um sentimento normal de inferioridade, que pode atuar como um incentivo para o progresso pessoal, um complexo de inferioridade é um estágio avançado de desalento, frequentemente resultando numa fuga das dificuldades.

Conceituação

Os trabalhos pioneiros neste campo foram realizados por Alfred Adler (1917), que usou o exemplo do complexo de Napoleão para ilustrar sua teoria. Alguns sociólogos propuseram que um complexo de inferioridade pode também existir num nível mais amplo, afetando culturas inteiras. Esta teoria controvertida, é conhecida como inferioridade cultural.
A psicologia adleriana clássica faz uma distinção entre os sentimentos de inferioridade primário e secundário. Diz-se que um sentimento de inferioridade primário está enraizado na experiência original de fraqueza, desamparo e dependência experimentadas por uma criança pequena. Ela pode ser intensificada por comparações com outros irmãos e adultos. Um sentimento de inferioridade secundário relaciona-se às experiências de um adulto em atingir um objetivo final inconsciente, fictício, de segurança e sucesso subjetivos para compensar-se por sentimentos de inferioridade. A distância percebida daquele objetivo levará a um sentimento "negativo" que pode então instigar o sentimento de inferioridade original; este composto de sentimentos de inferioridade pode ser experimentado como acabrunhante. O objetivo inventado para remediar o sentimento de inferioridade primário original, que realmente provoca o sentimento de inferioridade secundário é o "Ardil 22 (lógica)" deste dilema. Este círculo vicioso é comum em modos de vida neuróticos.

Causas

  1. Por nascimento – todo ser humano nasce com sentimentos de inferioridade porque quando de seu nascimento, é dependente do que para ele são super-humanos ao seu redor;
  2. Atitudes dos pais – 1-comentários negativos e avaliações de comportamento que enfatizem erros e lapsos determinam a atitudes de crianças até os seis anos de idade; 2-comparação que os pais fazem dos seus filhos com outras pessoas, geralmente, enfatizando que seus filhos são errados, enquanto que os outros são certos em determinada coisa;
  3. Defeitos físicos – tais como ser manco, características faciais desproporcionais, defeitos da fala e visão defeituosa causam reações emocionais e se conectam a experiências desagradáveis anteriores;
  4. Limitações mentais – provoca sentimentos de inferioridade quando comparações desfavoráveis são feitas com as realizações superiores de outrem, e quando performance satisfatória é esperada, mesmo quando as instruções não possam ser compreendidas;
  5. Preconceitos e desvantagens sociais – família, raça alegada, sexo, orientação sexual, status econômico e religião.

Manifestação

Este sentimento pode se manifestar das seguintes formas:
  1. Recuo – desistência de contatos sociais;
  2. Agressão – busca excessiva de atenção, crítica alheia, obediência excessivamente obsequiosa e preocupação.

Lidando com o complexo de inferioridade

Pode-se seguir a seguinte estratégia para lidar com o complexo de inferioridade:
  1. Consciência – trazer o complexo ao nível consciente;
  2. Superar ou aceitar – superar a incapacidade ou aceitar as conseqüências.

Na cultura popular

  • No filme A Hard Day's Night de 1964, George Harrison comenta, "You've got an inferiority complex, you have" ("você tem um complexo de inferioridade, você tem"), ao que Ringo Starr retruca, "Yeah, I know, that's why I play the drums - it's me active compensatory factor" ("É, eu sei, é por isso que toco bateria - é o meu fator ativo de compensação").
  • Em The Catcher in the Rye de J. D. Salinger, Sally Hayes, amiga de Holden, menciona que os rapazes que Holden considera esnobes e rudes, têm um complexo de inferioridade.
  • Em várias obras Charlie Brown, dono do Snoopy, é considerado portador do Complexo de Inferioridade, às vezes considerado como "símbolo" desse complexo.
  • No romance Eragon a personagem Murtagh é freqüentemente descrita como tendo um complexo de inferioridade.

FONTE Wikipédia